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A Mentira em Guerra de Robôs 2002 e 2003
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O que ocorreu realmente? E, se refletiu em 2002 e em 2003!

Tudo começou, segundo Aline, porque os alunos do curso de Mecatrônica estavam ansiosos para colocar em prática o que vinham aprendendo no curso. “Queríamos fazer algo para testar nossas habilidades”. Pensou-se em montar um jogo de futebol de robôs, sistemas de locomoção e outros, mas a unanimidade veio a partir da idéia de organizar uma Guerra entre Robôs, competição comum nos Estados Unidos, mas no Brasil é novidade. A entrada para a competição que promete ser emocionante é franca. Informações nos sites www.marthe.cjb.net ou www.guerradosrobos.cjb.net.(ref. Unicamp)

Não como divulgado por Lilian Fernandes, aonde se diz:

"Não havia campus aberto, nem professor para orientar" (palavras do chefe da equipe Scorpion)

Esta nova faceta, da verdade em se autopromoverem as custas de um professor substituto precurssor, que montou as ementas para os cursos de ciências da computação (em aprovação) e de engenharia de controle e automação. Por não ser efetivo na instituição, pode prestar serviços de docente substituto a altura, sendo que não o eximeria de responsabilidades. Mas, não se esperaria atitudes de alunos que veio à convocar, cobrar e direcioná-los a um evento impar "Primeira Guerra de Robôs", com dinheiro do próprio bolso. Por esta reportagem de Lilian Fernandes e da formação original da UNICAMP, se posssa compreender que professores da instituição EFEI se aproveitaram da falha da legislação, para afastar o professor precurssor e coagindo os estudantes (dependentes), se autopromoveram em 2002 e se diga promovidos pelo novo certame em 2003.

Este site por ser pessoal do professor precurssor, possa ser de direito esclareçer sobre a "Guerra de Robôs", a qual publicou na revista Mecatrônica Fácil este assunto, em janeiro de 2002, quando se preparava para o novo evento do II ENECA e pretendia-se sediar em Itajubá, deste modo criou uma regulamentação para receber os visitantes no campus da EFEI (veja regulamento ). Mas, a truculência tomou forma por parte dos ex-guerreiros Scorpion (Uai!rrior), haja visto a forma em que montaram sites, nem ao menos vieram a homenagear, possa ser visto em https://www.equipeuairrior.hpg.com.br (home page extinta) e em https://www.uairrior.org/ (Home page extinta), quando não citaram no histórico as reais origens!!!

Infelizmente Isaac Asimov tinha razão um robô deve ser construído para atender ao homem, mas estes estudantes acabaram quebrando as leis da robótica, pois se isolando e distanciando os precursores (ver recusa), comprova-se falta de originalidade e autenticidade. Imagine, o que possa vir no futuro, caso permitamos que tudo possa rolar, sem controle, é o que aconteçeu e poderá piorar. No tocante a divulgar em sites, é de certo modo benéfico, pois com as informações, se possa enquadrar quem é quem no mundo mecatrônico. Como se possa dizer, que sites hoje na internet servem além de informar os internautas, servem para esclareçer a verdade, que em muitas vezes são mascaradas pela sociedade e principalmente por muitos agentes de comunicação, que ignoram fatos publicam aos esmos e ao bel prazer. Deste modo o elo de comunicação serve também para informar a comunidade científica de quem faz, é passado para trás, por quem não tem metodologia, tanto se prova que em 2002, a equipe nova com os mesmos integrantes se denominaram por novo nome "Uai!rrior" e junto de outro professor, que não originário à mecatrônica (raiz) obtiveram insucesso, devido terem provocado a ira dos adversários, quando quebraram a regra do jogo, no momento em que poderiam ser desclassificados, por bem e por manter a hegemonia os professores da Unicamp, resolveram não eleger ganhadores.

Tamanha a cara de pau, se pode provar em outra ocasião com depoimentos de alunos do primeiro ano dos cursos na EFEI/UNIFEI que tinham conhecimento que um tal professor era o precursor na EFEI em 2001! Mas, segundo consta um outro professor conhecedor dos fatos, desmintiu e apontou quem era quem neste evento, que colaborou para elevar o nome da instituição.

Como se diz: a verdade nunca é tarde, mas um dia apareçe. Quando o professor substituto foi sumariamente informado em 2002, antes do II ENECA, que não tinha mais autonomia, já estava comprovado que outros professores já estavam orientando os alunos da equipe extinta Scorpion. Diga-se extinta por quê? Por terem desrespeitado uma regra de cumprimento de tarefas logo após o evento de 2001, o professor substituto achou por bem dissolver a equipe Scorpion, quando também havia unanimidade entre os integrantes, que alegavam querer outro lider de equipe, assim foi dissolvida tal equipe. Mas, redondamente o professor substituto foi enganado, pois já havia as intenções mesquinhas por parte de outros professores por trás, pois existem um agravante, alguém queria ser o responsável pelo registro acadêmico, quando o professor substituto não poderia ser, pois não era um professor efetivo, assim houveram mudanças internas na referida instituição e até briga de foices entre alguns professores que queriam se beneficiar dos méritos conseguidos pelo professor substituto.

Isto é Brasil Varonil, pobre, na miséria, aonde a classe de docentes (de uma instituição isolada) ficam a usar das falhas da legislação para benefícios próprios, etc, etc. Tanto é que após a tendência em julho de 2002, que o professor substituto estaria afastado de um dia poder se tornar um efetivo, houveram três concursos para ingresso de professor adjunto, mas perante a legislação o que se diz é que neste caso, o professor substituto teria por direito a renovação por mais um ano, mas a instituição foi sumariamente inserida na "improbidade administrativa", pois não cumpriu com a legislação vigente, tanto é que a vaga de robótica encontra-se em aberto, até o dia de hoje, a que se tem notícias (16.07.2003). Neste ínterim, os professores da Unicamp perceberam que o professor substituto foi colocado em segundo plano, assim o convidaram para o doutorado, uma vez que na instituição EFEI os pedidos para doutorado do professor substituto foram indeferidos (engenharia mecânica - projetos em robótica).


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